Você já deparou com a seguinte situação?

Você vai fechar um negócio, sei lá, comprar um lap-top, ou pagar  um jantar em um restaurante chique… ai você tira seu cartão o garçom passa-o na maquininha e você descobre que não tem saldo para pagar a conta.

Caramba como fica sua cara? Você teima  que tem saldo para àquela despesa, manda passar o cartão de novo e novamente vem a mensagem que você não tem saldo.

No caso do lap-top você desiste da compra mas do restaurante ou você junta os trocados , deixa sua identidade pra depois resgatá-la com o pagamento ou então vai lavar pratos na cozinha, o que não deve ser nada legal. Sai daquele ambiente com cara de tacho e vai querer descobrir porque você não tinha saldo.

Vai ao Banco e descobre que o seu pagamento não foi acatado porque houve um débito não autorizado em sua conta de cobrança de tarifas de serviços não contratados.

Pois é, o número de reclamações de clientes contra bancos chegou a 2,335 mil em julho, informa  o Banco Central (BC). Em junho, chegaram 2,406 mil queixas sobre serviços bancários. A maioria das reclamações registradas foi por causa de débitos não autorizados em conta. Em junho, o débito não autorizado já tinha sido a principal queixa dos clientes, com 413 registros.

Em segundo lugar, ficaram as reclamações sobre a prestação irregular do serviço de conta salário, seguidas pelas contestações de cobrança de tarifas de serviços não contratados .

No mês passado, entre os bancos com mais de 1 milhão de clientes, o que mais recebeu reclamações foi o Santander, com 611 casos considerados procedentes pelo BC. Em junho, o Santander também liderou o ranking, com 557 reclamações procedentes.

Em julho, o Banco do Brasil ficou em segundo lugar, com 422 reclamações, seguido pelo Itaú.

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no Banco Central. Segundo a autoridade monetária, as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. O BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da instituição financeira.

De acordo com o Banco Central, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição, que terá prazo máximo de 15 dias para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer ao Poder Judiciário.

Fazer o que ?

Texto escrito por: Antonio Souto

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