img_3487A respeito de informações divulgadas em redes sociais e na imprensa acerca de possíveis riscos à estrutura do mergulhão Ângela Fernandes, na Avenida Marques do Paraná, a prefeitura de Niterói esclarece:

– Não há qualquer laudo oficial, elaborado por técnicos independentes, que ateste riscos à estrutura.

– O suposto laudo foi elaborado por uma empresa, a Escopo Engenharia, que foi declarada inidônea em 2012 pela prefeitura por conta da má qualidade de serviços prestados no início do projeto básico do mergulhão e, por isso, impedida de continuar a executar os serviços. Desde então, a empresa reclama o pagamento de R$ 5 milhões pela prefeitura, a título de ressarcimento causado pela suspensão da obra, ocorrida na gestão anterior. A área técnica da prefeitura, no entanto, contesta a reclamação e garante que o valor máximo a ser ressarcido não ultrapassa a quantia de R$ 150 mil.

– O documento divulgado é assinado por um dos proprietários da empresa, sr. Silvio Couri, que está em litígio com a prefeitura desde a administração passada.

– A Escopo foi responsável apenas pela cravação das estacas no local, serviço esse que teve de ser parcialmente refeito após o início da nova gestão, por outra empresa contratada pela municipalidade para concluir a intervenção, efetuando reforço estrutural do mergulhão e elaborando o projeto executivo, até então inexistente.

– É fundamental ressaltar que há um laudo pericial/judicial que atesta não haver qualquer tipo de risco no mergulhão.

– Em relação a declarações dadas à imprensa, a companhia Águas de Niterói afirma que em momento algum se manifestou sobre supostas consequências de acidentes no local e que sequer foi procurada por jornalistas para dar qualquer tipo de informação ou esclarecimentos à reportagem

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