Dia Nacional do Historiador é comemorado anualmente em 19 de agosto.

O principal objetivo desta data é homenagear os profissionais que se dedicam a estudar e conhecer sobre a história das civilizações e comunidades.

Segundo o historiador e professor André de Melo Araújo, a importância da data se dá, pois:

“Para os historiadores, interessa ver como as sociedades se configuraram no passado a partir dos vestígios documentais deixados. Um dos suportes materiais da informação que mais resiste ao tempo é o papel, em seus diversos tipos, sobretudo no século 18.”

A Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) tem o propósito de preservar e divulgar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, contribuindo para a conservação de sua memória e para o desenvolvimento da consciência marítima brasileira. Além disso, cabe ainda à DPHDM a administração do Arquivo da Marinha, localizado na Praça Barão de Ladário s/n°, Ilha das Cobras, dentro do complexo do Comando do 1º Distrito Naval.

O Arquivo da Marinha é integrante do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR) e reconhecido como Instituição Arquivística Pública, com o acervo tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC). No acervo fotográfico, há imagens do século XIX até os dias atuais. A partir deste mês, passa a integrar o portal Brasiliana Fotográfica, compartilhando valiosas imagens.

Centro da Cidade: Praça Mauá e arredores

A imagem capturada na primeira metade da década de 1920 mostra a atual avenida Rio Branco em toda a sua extensão, da Praça Mauá (em primeiro plano) até a então Praia de Santa Luzia. Ao longo da avenida aparece a arborização, entre as pistas, que resistiu desde a sua inauguração até 1948. Na parte central da imagem, à direita da Avenida Rio Branco, está o Morro da Conceição com seu casario que persiste, até hoje. No lado oposto, junto ao mar, o Armazém do Sal, edificação construída pelos monges beneditinos em meados do século XVIII e hoje preservada como a sede do Comando do Primeiro Distrito Naval.

No canto superior esquerdo está a Igreja da Candelária, ainda cercada de sobrados, antes da abertura da Avenida Presidente Vargas, na primeira metade da década de 1940. Neste mesmo canto, na margem da imagem, vê-se o que parece uma mancha, mas é parte da aeronave da Aviação Naval da Marinha do Brasil onde o fotógrafo Jorge Kfuri registrou diversos locais da então Capital Federal.

A TV WIN parabeniza todos os historiadores e em especial a  DPHDM que tem o propósito de preservar e divulgar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, contribuindo para a conservação de sua memória e para o desenvolvimento da consciência marítima brasileira.

 

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