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Evitar acidentes em áreas de risco é o desejo de todo órgão público e para isso ,0 coronel Adilson Alves, coordenador de Defesa Civil de São Gonçalo criou e vem ampliando os Núcleos Comunitários de Defesa Civil . Esses núcleos são formados por membros da própria comunidade que tem como objetivo reduzir a ocorrência de desastres em áreas consideradas de risco e, por isso, a necessidade da parceria com a população que vive no local.

Para o corrdenador do projeto é  importante esta parceria da Defesa Civil com a comunidade , principalmente naquelas em que existem maior numero de vulnerabilidade. Quando as sirenes são acionadas, em alguns casos não haverá no local nenhum membro da Defesa Civil, em função dos deslocamentos comprometidos ou chuvas repentinas, daí a importância  dos agentes dos núcleos. Eles estão preparados para atender a comunidade e encaminhar a população para os pontos de apoio definidos pela Defesa Civil”, explicou.

Os voluntários são escolhidos em acordo com as comunidades. Eles passam por um curso de capacitação, através do qual aprendem a reconhecer as áreas de risco nos locais onde moram. Eles também recebem noções de  ações preventivas a serem adotadas com o objetivo de evitar possíveis acidentes, de movimento de massa, rachaduras que comprometem estruturas e plantio não recomendados para a localidade.

Ao todo, 23 comunidades já receberam os núcleos. São elas: Trindade, Mundel, Porto Novo, Porto da Pedra, Santa Luzia I, Santa Luzia II, Nova Grécia, Itaóca, Àgua Mineral, Novo México, Monjolos, Jardim República, Guaxindiba, Laranjal, Almerinda, Nova Cidade, Arsenal, Jardim Catarina, Tribobó, Zumbi, Engenho Pequeno, Patronato e Gradim.

Além desse serviço, a Defesa Civil já instalou 25 sirenes e 20 pluviômetros nos pontos mapeados como áreas de risco nos bairros Itaúna, Nova Grécia, Zumbi, Pita, Novo México, Tenente Jardim, Engenho Pequeno, Boa Vista, Venda da Cruz, Patronato, Porto Novo, Covanca, Gradim, Sete Pontes, Vista Alegre, Arsenal, Mutuaguaçu, Lindo Parque e Laranjal. Em outubro de 2014, o município passou a contar com mais 20 pluviômetros doados pelo Centro Nacional de Desastres Naturais (Cemaden). Os equipamentos estão em processo de troca do sistema manual para digital.

 

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