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O município de São Gonçalo ficou em terceiro lugar no ranking da Transparência, divulgado ontem, entre os 92 municípios do estado do Rio de Janeiro, pelo Ministério Público Federal e será apresentado oficialmente amanhã  na sede da Procuradoria da República do Rio de Janeiro. A nota foi 6,7. A cidade ficou atrás de Niterói e Queimados, ambas com 7,6.

O prefeito Neilton Mulim afirmou esta terça-feira (26) que os dados mostram que a cidade está no caminho certo.

“Os municípios brasileiros passam por dificuldades devido à crise nacional. Nós que temos uma das menores rendas per capita do estado, tivemos perdas substanciais dos repasses estadual e federal. Além de perseguir conquistas temos driblado as dificuldades, alcançando a classificação de terceiro lugar no ranking de transparência pelo Ministério Público Federal, ficando a frente da cidade do Rio de Janeiro e do próprio estado, que possuem uma realidade econômica incomparavelmente superior a de nossa cidade”, declarou o prefeito.

O relatório avaliou os portais e ferramentas de comunicação usadas pelos órgãos de Governo do Estado e das 92 prefeituras. A análise é feita com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/11), na Lei da Transparência (Lei Complementar nº 131/2009) e no Decreto 7.185/10, que determinam a forma como deve ser a transparência administrativa do setor público. Foram avaliados 14 itens, como divulgação de receita e despesa, licitações, contratos, prestação de contas, execução orçamentária, facilidade de acesso às informações, remunerações dos agentes públicos e divulgação de viagens e valor de diárias e passagens.

“É fundamental para um gestor público garantir a transparência dos atos e gastos administrativos. Com essa colocação temos certeza que estamos no caminho certo. Apesar do nosso orçamento reduzido temos investido para garantir uma cidade melhor para o cidadão e principalmente com transparência total”, declarou o prefeito.

Administrando a segunda cidade mais populosa do estado, com mais de um milhão de habitantes, Neilton Mulim, também não responde a nenhuma ação judicial, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal de Justiça do Rio.  O prefeito é um dos 27 do estado que não possui penalidades. De acordo com os dados levantados, dos 92, 70% são alvos de investigações na justiça.

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